domingo, 24 de outubro de 2010

Sempre ao seu lado...


Hoje mamãe esteve aqui em casa. Passamos um domingo maravilhoso e ela trouxe um lindo filme para assistirmos chamado: "Hachi: A Dog's Tale" em português "Sempre ao seu lado".

Que filme lindo, chorei de soluçar. Richard Gere continua lindo e maravilhoso, E a história é encantadora. O filme é uma adaptação norte-americana de um famoso conto japonês sobre um leal cão akita chamado Hachiko. O que torna a história ainda mais emocionante.Resolvi então pesquisar a história do verdadeiro Hachi na internet.

Em 1924, nasceu um cão da raça Akita que se chamou Hachi. Este animal recebeu todo amor e carinho que poderia receber de um dono, era como se eles fossem realmente inseparáveis.

O cão sempre acompanhava o dono até a estação de trem de Shibuya, todos os dias, quando o mesmo ia ao trabalho. Quando seu dono retornava, não tinha quem não reparasse o afeto que havia entre os dois, pois Hachi acompanhava-o até a estação e o esperava o dia inteiro, e o reencontro era sempre uma visão bonita aos olhos de quem estava presente. A rotina continuou durante muito tempo, até que um dia seu dono, que era professor, não retornou à estação de trem por ter tido AVC em seu trabalho, falecendo na hora.

A história diz que “na noite do velório, Hachi quebrou as portas de vidro da casa e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Hachi pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.”

A família do professor, que morava em Astuka, quis tomar conta de Hachi, mas ele fugiu várias vezes e retornava a sua casa em Shibuya. Inumeras tentativas de manter Hachi em casa foram tentadas pela família, mas por fim a família o libertou e ele retornou novamente a sua casa em Shibuya, mas quando percebeu que seu dono não morava mais ali, o cão retornou à estação de trem e o esperava, trem após trem, dia após dia, semana após semana, ano após ano, procurando seu companheiro fiel entre os passageiros.

Por fim, no dia 8 de agosto de 1935, o fiel cão e amigo, já com onze anos, fechou os olhos e faleceu, em uma rua perto da estação de Shibuya. A duração do tempo em que ele tinha esperado, esperançoso, por seu dono foi de nove anos e dez meses.

Em 1935, Hachiko finalmente morreu, próximo à estação de trem, ainda esperando pelo seu dono. Aqui, o filme original toma uma grande liberdade poética, e mostra Hachi e seu dono finalmente se reencontrando. O filme também não mostra, mas durante esses anos ele adquiriu várias doenças, tais como sarna e tinha seu corpo marcado por brigas com outros cães, vivia com feridas no corpo, uma de suas orelhas nem levantava mais e estava com uma aparência lamentável.



Fonte: wikipedia

Beijos =o*


sábado, 23 de outubro de 2010

Gritar com os filhos pode ser prejudicial

Pesquisas mostram que pais irritados recorrem demais à pedagogia do grito. Ela é um avanço em relação às palmadas, mas também deixa marcas

"Cauê, vai tomar banho.” A primeira ordem da enfermeira Camila Segala, de 31 anos, ao filho, de 7, é feita em tom normal. Mas Cauê não vai. Ela repete a frase duas vezes. O menino não tira os olhos da televisão. Então o pedido se transforma em grito: “Vai tomar banho logo!!! Todo dia é isso!!! Você ainda tem de fazer a lição de casa!!!”. Tem sido assim a rotina de Camila e do marido, o empresário Wellington Segala, de 33 anos, que moram em Santo André, São Paulo. Além de Cauê, eles têm a pequena Giovana, de 4. Nunca deram uma palmada nas crianças. Mas, diante da desobediência ou da bagunça, resolvem no grito. Às vezes, Giovana tampa os ouvidos e chora: “Mamãe, não precisa gritar”. Mas o grito, confessa Camila, é um hábito difícil de largar. A explicação quase sempre é o cansaço: depois de um dia inteiro de trabalho, que pai ou mãe não explodem com o filho desobediente?

Na atual geração de pais, em que as palmadas foram banidas do repertório educativo, elevar a voz se transformou no recurso mais usado para impor disciplina. Em toda parte. “Trabalho com milhares de pais e posso dizer, com certeza, que o grito é a nova surra”, afirma a terapeuta de família americana Amy McCready, organizadora do Positive Parenting Solutions, que dá cursos e aconselhamento para pais. “A maioria se sente sem ferramentas para disciplinar seus filhos e acaba gritando. Depois se sente culpada e passa por um período de autocontrole, mas acaba apelando para os berros novamente, criando um padrão familiar.” Na semana passada, ela disse o mesmo em uma reportagem do jornal americano The New York Times, que mostrou vários psicólogos criticando a pedagogia dos altos decibéis. “Nós elogiamos os pequenos por aprenderem a assoar o nariz, somos amigos do adolescente e somos capazes de passar um bom tempo ajudando nosso filho a entender seus sentimentos. Mas, paradoxalmente, somos uma geração que berra”, diz o artigo.

As educadoras americanas Devra Renner e Aviva Pflock, autoras do livro Mommy guilt (Culpa de mãe), fizeram uma pesquisa com 1.300 pais sobre o que os deixava mais culpados no dia a dia doméstico. Dois terços apontaram “gritar com as crianças” – mais que faltar ao trabalho ou esquecer uma reunião escolar. “Levantar a voz é a reação mais fácil e rápida, aquela que todos os pais cometem. E eu me incluo entre eles”, diz Aviva, mãe de três filhos com idade entre 8 e 17 anos. O debate sobre a pedagogia do grito rapidamente tomou conta da internet. “Meu nome é Francesca Castagnoli, e eu berro com meus filhos”, escreveu, como quem participa de um grupo de reabilitação, a autora do blog Motherblogger, dos mais procurados pelas cibermães. “Sinto como se revelasse o lado ruim de minha família. Gritar é como deixar seu filho trancado no carro enquanto faz compras no supermercado.”

Será tão grave? Os críticos do grito paterno afirmam que ele assusta a criança sem ter efeito pedagógico. “Quando você grita com seu filho, ele não assimila suas palavras. Ouve o volume de sua voz e sente sua raiva”, diz Amy McCready. Segundo ela, a criança pode até obedecer na hora, mas não há efeitos de médio e longo prazos. “Não há aprendizado. Repare como no dia seguinte você provavelmente berrará as mesmas coisas”, diz. Logo, o grito paterno é mais um instrumento de correção ou apenas uma explosão emocional? “Nos dias de hoje, ele revela perda de controle”, diz Anne Lise Scapatticci, psicanalista infantil e doutora em saúde mental pela Escola Paulista de Medicina. Para ela, o diálogo é a melhor forma de educar, mas a criança precisa lidar com a ideia de que pais também ficam nervosos, irritados ou cansados. “Mesmo pequena, ela é capaz de entender as emoções dos outros. Especialmente quando depois do grito existe uma boa conversa ou um pedido de desculpas.”

É assim que procura agir a publicitária carioca Tatiana Saback, de 40 anos, mãe de Pedro, de 12, André, de 10, e Glória, de 9. Ela acredita que levantar a voz em determinadas situações tem “efeito moral”. E, mesmo se não tivesse, há momentos em que não dá para segurar. “Mas nunca deixo de bater um bom papo depois sobre os motivos de eu ter perdido a calma”, afirma. Brigas entre irmãos e desobediência na hora de tomar banho ou estudar são as maiores causas dos gritos – mas estes, ela enfatiza, nunca acontecem na frente de amiguinhos ou na rua. “Serve para eles tomar um susto e acordar. A educação vem depois, na conversa”, afirma Tatiana. Criança nos anos 70, ela se recorda de ter levado boas palmadas – sem traumas. “Naquela época era comum, ninguém se sentia mau pai por causa disso”, diz. “Eu não bato em meus filhos, mas grito quando preciso. Espero estar fazendo o melhor.”

Provavelmente está. O conceito de bom pai ou de boa mãe é construído pela cultura de cada lugar e cada período. E é flexível – desde que não coloque em risco a integridade física e mental das crianças. A terapeuta familiar Magdalena Ramos, mãe de duas filhas e avó de quatro netos, professora da Universidade Católica de São Paulo por 33 anos, lembra que as crianças são criaturas resistentes. Não é um par de gritos teatrais de uma mãe nervosa que vai traumatizá-las. O problema, diz a psicanalista argentina, é a repetição e a padronização do comportamento agressivo. “O grito tem de ser a exceção”, afirma. “Se ele se tornar a norma na relação entre pai e filho, se os pais estão sempre alterados, talvez seja hora de procurar ajuda profissional.” Magdalena diz que os pais modernos são estressados (porque trabalham demais, porque têm pouco tempo livre) e, consequentemente, na relação com as crianças alternam impaciência, gritos e culpa. Muita culpa. Repreensões são ditadas menos pelo comportamento da criança que pelo estado de espírito dos adultos. Se os pais estão tranquilos (ou sentindo-se culpados), pode. Se eles estão nervosos, não pode. “Isso confunde as crianças”, diz a tarapeuta. “Estimula um comportamento de barganhar. E gritar.”

Retirado do Site da revista Época:



Beijos
=o***

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ser Pai

Dizem que a mãe usa seu instinto materno. O homem improvisa. Ninguém lhes ensinou como fazer. Como agir diante de um bebê, segurá-lo, dar-lhe a mamadeira, fazê-lo arrotar, saber como e de que lado deitá-lo ....Ele aprende na prática, com improviso....e surpreendentemente descobre-se um ótimo pai.

É fácil ser pai quando se está disponível...quando não temos medo...quando permitimos a aproximação...quando nos emocionamos. Quando ensinamos (através do abraço) nosso filho a ser um pai ou mãe muito mais afetivo, generoso e feliz.

Lembre-se: Não se nasce um pai moderno, torna-se um...

Clarice Skalkowicz Jreissati

Psicóloga



E Foi assim aos poucos que a Giulia ganhou um paizão. Que carrega ela para todos os lados, que faz bagunça, conta histórias, da banho, embala...


Papai nós te amamos muito!!!!

Beijos da mamãe

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Brincando de casinha



Olha só minha pequena Dona de casa preparando um café como ela mesma diz.

Giulia ganhou essa cozinha da vovó Bel. Vem com microondas, fogão, geladeira, pia, forno e utensílios. Uma graça ver ela brincando de casinha. Vejo o quanto ela cresceu e como imita direitinho o que a gente faz. Ninguém explicou nada pra ela, sozinha ele colocou o copinho no microondas (que faz barulho como o de verdade) apertou o botão, depois tirou e disse: - Cudado mamãe! Tá tenti (Cuidado mamãe! tá quente).

O único problema é que ela só faz café e bolo, hehehe... Ninguém aguenta mais. Quando perguntamos o sabor do bolo, a resposta logo vem: - Mamana (Banana). Até ela aprender algo mais elaborado vai ser Café e bolo de banana.



Aqui ela toda feliz trazendo o café para mamãe.

E aqui tomando um pouco... Hummm

A Mini cozinha é da Calesita, uma ótima opção de presente. Giulia amou e a mamãe também, né??? É Muito bom ser criança e melhor ainda voltar a ser uma.


Beijos
=o**

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Feliz Dia das Crianças!!!!

Ser criança é assim... Correr até acabar o fôlego, rolar pelo chão sem medo de se sujar, falar o que vier na cabeça e fazer de qualquer coisa uma brincadeira.

Época da vida da qual temos saudade quando envelhecemos. E é exatamente nesta data dedicada a todos esses pequenos seres que têm a inocência como principal característica, que devemos não só valorizar a vitalidade infantil, como também procurar resgatar a essência da criança.

Deus te abençoe sempre minha pequena Flor!!!!

Feliz Dia das Crianças!!!!