segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Xmas Time!!!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Sophie: The prettiest flower in the garden.
Um dia li que ter um filho é como ter seu coração batendo fora do corpo pelo resto da vida. E é a mais pura verdade. Hoje estou muito triste porque uma amiga muito querida esta passando por uma situação muito difícil do outro lado do mundo. terça-feira, 16 de novembro de 2010
Papai Noel
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Sempre ao seu lado...
Hoje mamãe esteve aqui em casa. Passamos um domingo maravilhoso e ela trouxe um lindo filme para assistirmos chamado: "Hachi: A Dog's Tale" em português "Sempre ao seu lado".O cão sempre acompanhava o dono até a estação de trem de Shibuya, todos os dias, quando o mesmo ia ao trabalho. Quando seu dono retornava, não tinha quem não reparasse o afeto que havia entre os dois, pois Hachi acompanhava-o até a estação e o esperava o dia inteiro, e o reencontro era sempre uma visão bonita aos olhos de quem estava presente. A rotina continuou durante muito tempo, até que um dia seu dono, que era professor, não retornou à estação de trem por ter tido AVC em seu trabalho, falecendo na hora.
A história diz que “na noite do velório, Hachi quebrou as portas de vidro da casa e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Hachi pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.”
A família do professor, que morava em Astuka, quis tomar conta de Hachi, mas ele fugiu várias vezes e retornava a sua casa em Shibuya. Inumeras tentativas de manter Hachi em casa foram tentadas pela família, mas por fim a família o libertou e ele retornou novamente a sua casa em Shibuya, mas quando percebeu que seu dono não morava mais ali, o cão retornou à estação de trem e o esperava, trem após trem, dia após dia, semana após semana, ano após ano, procurando seu companheiro fiel entre os passageiros.
Por fim, no dia 8 de agosto de 1935, o fiel cão e amigo, já com onze anos, fechou os olhos e faleceu, em uma rua perto da estação de Shibuya. A duração do tempo em que ele tinha esperado, esperançoso, por seu dono foi de nove anos e dez meses.
Em 1935, Hachiko finalmente morreu, próximo à estação de trem, ainda esperando pelo seu dono. Aqui, o filme original toma uma grande liberdade poética, e mostra Hachi e seu dono finalmente se reencontrando. O filme também não mostra, mas durante esses anos ele adquiriu várias doenças, tais como sarna e tinha seu corpo marcado por brigas com outros cães, vivia com feridas no corpo, uma de suas orelhas nem levantava mais e estava com uma aparência lamentável.

Fonte: wikipedia
Beijos =o*
sábado, 23 de outubro de 2010
Gritar com os filhos pode ser prejudicial
Na atual geração de pais, em que as palmadas foram banidas do repertório educativo, elevar a voz se transformou no recurso mais usado para impor disciplina. Em toda parte. “Trabalho com milhares de pais e posso dizer, com certeza, que o grito é a nova surra”, afirma a terapeuta de família americana Amy McCready, organizadora do Positive Parenting Solutions, que dá cursos e aconselhamento para pais. “A maioria se sente sem ferramentas para disciplinar seus filhos e acaba gritando. Depois se sente culpada e passa por um período de autocontrole, mas acaba apelando para os berros novamente, criando um padrão familiar.” Na semana passada, ela disse o mesmo em uma reportagem do jornal americano The New York Times, que mostrou vários psicólogos criticando a pedagogia dos altos decibéis. “Nós elogiamos os pequenos por aprenderem a assoar o nariz, somos amigos do adolescente e somos capazes de passar um bom tempo ajudando nosso filho a entender seus sentimentos. Mas, paradoxalmente, somos uma geração que berra”, diz o artigo.
As educadoras americanas Devra Renner e Aviva Pflock, autoras do livro Mommy guilt (Culpa de mãe), fizeram uma pesquisa com 1.300 pais sobre o que os deixava mais culpados no dia a dia doméstico. Dois terços apontaram “gritar com as crianças” – mais que faltar ao trabalho ou esquecer uma reunião escolar. “Levantar a voz é a reação mais fácil e rápida, aquela que todos os pais cometem. E eu me incluo entre eles”, diz Aviva, mãe de três filhos com idade entre 8 e 17 anos. O debate sobre a pedagogia do grito rapidamente tomou conta da internet. “Meu nome é Francesca Castagnoli, e eu berro com meus filhos”, escreveu, como quem participa de um grupo de reabilitação, a autora do blog Motherblogger, dos mais procurados pelas cibermães. “Sinto como se revelasse o lado ruim de minha família. Gritar é como deixar seu filho trancado no carro enquanto faz compras no supermercado.”
Será tão grave? Os críticos do grito paterno afirmam que ele assusta a criança sem ter efeito pedagógico. “Quando você grita com seu filho, ele não assimila suas palavras. Ouve o volume de sua voz e sente sua raiva”, diz Amy McCready. Segundo ela, a criança pode até obedecer na hora, mas não há efeitos de médio e longo prazos. “Não há aprendizado. Repare como no dia seguinte você provavelmente berrará as mesmas coisas”, diz. Logo, o grito paterno é mais um instrumento de correção ou apenas uma explosão emocional? “Nos dias de hoje, ele revela perda de controle”, diz Anne Lise Scapatticci, psicanalista infantil e doutora em saúde mental pela Escola Paulista de Medicina. Para ela, o diálogo é a melhor forma de educar, mas a criança precisa lidar com a ideia de que pais também ficam nervosos, irritados ou cansados. “Mesmo pequena, ela é capaz de entender as emoções dos outros. Especialmente quando depois do grito existe uma boa conversa ou um pedido de desculpas.”
É assim que procura agir a publicitária carioca Tatiana Saback, de 40 anos, mãe de Pedro, de 12, André, de 10, e Glória, de 9. Ela acredita que levantar a voz em determinadas situações tem “efeito moral”. E, mesmo se não tivesse, há momentos em que não dá para segurar. “Mas nunca deixo de bater um bom papo depois sobre os motivos de eu ter perdido a calma”, afirma. Brigas entre irmãos e desobediência na hora de tomar banho ou estudar são as maiores causas dos gritos – mas estes, ela enfatiza, nunca acontecem na frente de amiguinhos ou na rua. “Serve para eles tomar um susto e acordar. A educação vem depois, na conversa”, afirma Tatiana. Criança nos anos 70, ela se recorda de ter levado boas palmadas – sem traumas. “Naquela época era comum, ninguém se sentia mau pai por causa disso”, diz. “Eu não bato em meus filhos, mas grito quando preciso. Espero estar fazendo o melhor.”
Provavelmente está. O conceito de bom pai ou de boa mãe é construído pela cultura de cada lugar e cada período. E é flexível – desde que não coloque em risco a integridade física e mental das crianças. A terapeuta familiar Magdalena Ramos, mãe de duas filhas e avó de quatro netos, professora da Universidade Católica de São Paulo por 33 anos, lembra que as crianças são criaturas resistentes. Não é um par de gritos teatrais de uma mãe nervosa que vai traumatizá-las. O problema, diz a psicanalista argentina, é a repetição e a padronização do comportamento agressivo. “O grito tem de ser a exceção”, afirma. “Se ele se tornar a norma na relação entre pai e filho, se os pais estão sempre alterados, talvez seja hora de procurar ajuda profissional.” Magdalena diz que os pais modernos são estressados (porque trabalham demais, porque têm pouco tempo livre) e, consequentemente, na relação com as crianças alternam impaciência, gritos e culpa. Muita culpa. Repreensões são ditadas menos pelo comportamento da criança que pelo estado de espírito dos adultos. Se os pais estão tranquilos (ou sentindo-se culpados), pode. Se eles estão nervosos, não pode. “Isso confunde as crianças”, diz a tarapeuta. “Estimula um comportamento de barganhar. E gritar.”
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Ser Pai
É fácil ser pai quando se está disponível...quando não temos medo...quando permitimos a aproximação...quando nos emocionamos. Quando ensinamos (através do abraço) nosso filho a ser um pai ou mãe muito mais afetivo, generoso e feliz.
Lembre-se: Não se nasce um pai moderno, torna-se um...
Clarice Skalkowicz Jreissati
Psicóloga
E Foi assim aos poucos que a Giulia ganhou um paizão. Que carrega ela para todos os lados, que faz bagunça, conta histórias, da banho, embala...
Papai nós te amamos muito!!!!
Beijos da mamãe
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Brincando de casinha
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Feliz Dia das Crianças!!!!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Happy B'bay

quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Esta quase chegando o grande dia!!!
Me sinto tão cansada. Todos os dias dormindo tarde e acordando cedo. Mas não tem problema porque tudo o que faço é com muito amor e carinho, afinal minha pequena merece. 2 anos que tenho ela ao meu lado e já não imagino a minha vida sem ela. quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Giulia's 2nd Birthday
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Relato do parto da Giulia...

Esse Relato foi escrito logo depois do nascimento da Giulia. Espero que gostem!!!
Tive uma gestação super tranquila, tive enjôo, azia, desconforto, etc. Mais nada além do normal. Nos primeiros meses me preocupei em fazer o enxoval, montar o quarto e nem me preocupei com o parto. Só sabia que queria parto normal, mais o resto eu fui deixando pro final. Minha prima Aline me abriu os olhos para o parto humanizado, e eu pesquisei muito a respeito... Mas como era o início eu acabei nao me preocupando muito com as minhas escolhas. Como por exemplo a minha médica, que toda vez que me via perguntava que tipo de parto eu queria, já tinha até pensando em levar um placa escrito “parto normal”. Meu maior medo era fazer cesárea, e ela me parecia ser super a favor. Com o passar do tempo minha barriga foi crescendo e quando eu estava com 36 semanas entrei em falso trabalho de parto e nunca tive tanto medo de ir pro hospital. Entao eu vi que tinha algo errado, que eu não estava segura com aquela médica. Tomei coragem e fui procurar outro médico, outras opiniões... Me consultei com o Dr Marcos Leite que faz parto humanizado e ele foi um amor, pela primeira vez alguém me tratou como uma pessoa normal e não como um bixo do mato so porque nao queria cesárea. Nao pude fazer o parto com ele, porque ia ficar bem fora no meu orçamento e após ter gasto dinheiro com um plano de saúde (que eu fiz pensando no meu parto) resolvi ter o bebê na Clínica que eu já tinha escolhido antes (Clínica Santa Helena em Florianópolis) onde a maioria dos partos são cesárea. Dependendo do médico que estaria de plantão eu nem iria chamar a minha mdica, porque teria que pagar um extra.
O tempo passou e na quinta feira dia 11/09 as 13hs (estava com 39 semanas e 1 dia) eu comecei a sentir uma cólica bem leve, nao falei nada pra ninguém porque qualquer coisinha todo mundo queria me levar para o hospital. Liguei pra minha mãe pra perguntar como a mulher se sentia na hora de ganhar o bebê (Só pra confirmar)... Meu marido chegou as 18hs e comecei a sentir umas contações, então eu resolvi contar pra ele... Mesmo assim eu não quis ir ao hospital, a dor foi aos poucos ficando mais forte, e eu estava com um corrimento com sangue, então quando já eram 2hs da manhã do dia 12/09 resolvi ir pra Clínica, chegando lá estava somente com 2cm de dilatação, o médico pediu então que eu caminhasse e voltasse depois de 3hs. Eu resolvi voltar pra casa, como eu estava super cansada tomei um banho quente pra aliviar a dor, fiz bolsa de água quente e fui pra cama... Acordei as 6hs da manhã a dor estava mais forte ainda e eu sentia as contrações cada vez mais próximas, então resolvi voltar a clínica. Fui atendida por um médico bem sério, quase acabou comigo fazendo exame de toque, ele disse que eu só tinha 3cm e que eu poderia me internar e ele me deixaria no soro pra ver se a minha dilatação aumentava... Eu na hora disse que não, eu resolvi voltar pra casa novamente e caminhar, ele concordou e disse que estaria de plantão ate as 12hs, o que foi um favor porque eu nunca teria minha filha com ele... Credo!!!
Voltando pra casa eu disse pro meu marido, olha já estou de saco cheio de ir e voltar, agora só vou mesmo quando tiver nascendo... Minha mãe veio pra cá com o meu sobrinho, então caminhei, tomei banhos quentes, terminei as lembrancinhas da Giulia, separei a malinha dela e a minha, a dor ja estava super forte, a cada contração eu travava completamente... Ja eram 17hs, meu marido achou melhor voltar a clínica porque mais tarde ia ter muito trânsito. Eu via nos olhos dele a ansiedade... Chegando lá fui atentida pela Dra Daniela que era um amor de pessoa, eu ja estava com 5cm, O Fabio disse: - Entao nos voltamos que horas para a Clinica? Ela disse: - Vôce esta louco? Hehehe... Tem que internar agora... E ele ficou numa alegria só. Pra dar entrada na clínica foi uma burocracia, minha mãe e meu sobrinho ficaram na sala de espera... Quando fui pro quarto ja eram 19hs e o Fabio sempre do meu lado, ele não sabia o que fazer pra me ajudar , coloquei a camisola a Dra veio me ver e eu já estava com 7cm... Fui para a sala onde ia ser o parto, lá fui recebida pela enfermeira Laura que ficou segurado a minha mão nas contrações (e como ajuda), estava sentindo muita dor entao a Dra Daniela me ofereceu analgesia e eu aceitei, eu havia feito uma consulta com o mesmo anestesista que estava de plantão, ele era muito querido e brincalhão, entao foi super tranquilo e eu não tive medo algum. O meu marido estava colocando a roupa nesse momento. A anestesia nao tirou a minha dor totalmente, mais ficou uma dor bem suave, foi então que eu relaxei mais... A Dra rompeu a minha bolsa e eu fui pra bola, ja estava com 8cm a Dra ligou o som e deixou eu e o meu marido la sozinhos por alguns minutos... Rimos um monte, eu ria da roupa dele e ele de mim sentada na bola rebolando... Estava tudo muito tranquilo, tinha horas que eu nem acreditava que eu realmente ia dar a luz. O Meu marido estava super empolagado com a chegada da nossa menina. Ja estava com 9cm a Dra pediu que eu saisse da bola quando viesse a contração e fizesse força, quando a Giulia estava quase saindo eu fui pra cama, então fiz força umas 3 vezes e ela nasceu exatamente as 21hs e 10 min. Media 45cm e pesava 3,065kg. A Dra Daniela imediatamente colocou ela no meu colo e eu nem sabia o que fazer, o que pensar ou o que dizer... Comecei a chorar e nao parei mais, eles então levaram ela que começou a chorar. Voltaram a colocar ela nos meus bracos e eu fiquei olhando pra ela e ela olhando pra mim, parecia que aquele momento nao ia mais terminar. Nao desgrudei mais dela... Entao fui pro quarto, e estavam todos lá, minha mãe, minha irmã, meu sobrinho, minha sogra, meu cunhado, alguns primos do meu marido... Foi uma festa... Eu dei mama pra ela pela primeira vez, foi maravilhoso. Todos puderam assistir o primeiro banho da Giulia. Resumindo foi tudo muito calmo, tranquilo e com boas risadas, estava ao lado do homem que eu amo e que me deu o maior apoio. Tive o parto que eu queria, fui muito bem atendida e graças a Deus em nenhum momento tive medo, deixei que tudo fosse acontecendo... E ajudei a mudar as estatísticas naquele mês. Em agosto foram 168 cesáreas e apenas 18 partos normais realizados na clínica. Foi uma experiência maravilhosa ficar grávida, foi lindo dar a luz e tem sido muito prazeroso ser mae.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Fim das férias
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Alguém viciado em Xuxa só para Baixinhos???

Meu amor... Preciso dizer que voce esta cada dia mais fofa? Mais linda? Acho que nao neh? Voce esta crescendo tao rápido. Hoje fiquei arrumando as suas coisinhas e fiquei um tempao olhando as suas roupinhas de bebe. Voce ja esta com quase 2 aninhos, o tempo passou e aquele bebezinho ficou pra tras.
terça-feira, 29 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Vim aqui rapidinho contar como tem sido seus dias. Com voce dodoi, a mamae fica totalmente sem tempo. Voce nao foi na aula segunda e nem terca. Ontem teve jogo do Brasil contra a Korea do Norte, coloquei em voce a camisetinha do Brasil que a tia Salete fez especialmente para a copa. Fomos assistir o jogo na casa da sua madrinha. Como sempre voce roubou atencao de todos, com o seu charme. Voce pulou, dancou, comeu pipoca e ate com o Dior voce brincou.
Foi uma tarde muito legal, como sempre a tia Angela e o Tio Laercio foram uns amores, e eh sempre muito gostoso estar na companhia deles. O Brasil nao jogou aquilo que esperavamos, mais ganhamos de 2 x 1. A noite foi tranquila, a tia Salete fez uma caixa de EVA lilas com uma bailarina linda e um porta lapis. Voce brincou com o seu presente e depois o papai te deu um banho, voce tomou sua mamadeira e foi comigo pra cama, mais uma vez dormiu no meio da mamae e do papai. Hoje seu papai acordou bem cedinho e foi para Curitiba trabalhar.
Voce ja acordou brigando com o Tobias: - Sai “bia”, sai. Hoje te dei uma mamadeira de cafe com leite e voce tomou tudinho. No almoco teve macarrao. O tio Lucas veio almocar em casa, voce ficou tao feliz quando ele chegou. Voce se lambusou toda comendo com as maos, fez a maior sujeira na roupa, mais ate que hoje voce comeu alguma coisa. Logo depois escovamos os dentes e eu te levei pra escola, quando voce chegou la e foi pro colo da Paulinha voce fez um beicinho. Fiquei com o coracao na mao, mais fiquei contente porque voce nao chorou como costuma fazer. Eu sonho com o dia que voce vai chegar sorrindo na escola.
Eu aproveitei e fui no mercado comprar seu biscoito favorito, suco e giz de cera e fui tambem na locadora e peguei alguns filmes, entre eles “Onde vivem os monstros” e um desenho da “Minie” que voce carinhosamente chama de “mime”. Agora a mamae vai cuidar da casa pra ir correndo te buscar.
Beijos
